segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Canção dos Deuses....

Canção da Deusa

Sou a Grande Mãe por todas as criaturas e existente desde antes de sua consciência. Sou a força feminina e eterna.

Sou a casta Deusa da Lua, a Senhora de toda a magia. Os ventos e as folhas que balançam cantam meu nome. Uso a lua crescente em minha fronte e meus pés se apóiam sobre os céus estrelados. Sou os mistérios não solucionados, uma trilha recém estabelecida. Sou o campo intocado pelo arado. Alegre-se em mim, e conheça a plenitude da juventude.

Sou a Mãe abençoada, a graciosa Senhora da colheita. Trajo a profunda e fresca maravilha da Terra e o ouro dos campos carregados de grãos. Por mim são geridas as temporadas da Terra; tudo frutifica de acordo com as minhas estações. Sou o refúgio e cura. Sou a Mãe que dá vida, maravilhosamente fértil.

Cultue-me como a Anciã, mantenedora do inquebrado ciclo de morte e renascimento. Sou a roda, a sombra da lua. Controlo as marés das mulheres e dos homens e forneço a libertação e renovação às almas cansadas. Apesar de as trevas da morte serem meu domínio, a alegria do renascimento é meu dom.

Sou a Deusa da Lua, da Terra, dos Mares. Meus nomes e poderes são múltiplos. Distribuo magia e poder, paz e sabedoria. Sou eterna Donzela, a Mãe de tudo, e a Anciã das trevas, e lhe envio bênçãos de amor sem limite.


Canção do Deus

Sou o radiante Rei dos Céus, inundando a Terra com calor e encorajando sempre oculta da criação a germinar-se em manifestação. Ergo minha brilhante lança para iluminar as vidas de todos os seres e diariamente despejar meu ouro sobre a Terra, expulsando as forças das trevas.

Sou o mestre dos animais selvagens e livres. Corro junto ao ágil gamo e pairo como um falcão sagrado no céu cintilante. Os antigos bosques e locais silvestres emanam meus poderes, e as aves voadoras cantam minha santidade.

Sou ainda a ultima colheita oferecendo meus grãos e frutos ante a foice do tempo, para que todos sejam alimentados. Pois sem a plantação não poderia haver colheita; sem o inverno, não haverá a primavera.

Cultue-me como o sol da criação de mil nomes, o espírito do gamo cornudo nos bosques, a inflável colheita. Observe no ciclo anual dos festivais o meu nascimento, minha morte e meu renascimento – e saiba que este é o destino de toda criação.

Sou a colheita de vida, o radiante sol, o que dá paz e descanso, e envio meus raios de bênçãos para aquecer os corações e fortalecer as mentes de todos.

Retirado de um livro de Scott Cunningham, baseado numa invocação escrito por Margan.

Beijinhos e abeçoados sejam...

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